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Vendedor de salgados é humilhado e recebe ajuda de vaquinha que bate R$70 mil em 24h

Rafael mora em Marília, no interior de São Paulo. Ele é casado e pai de três filhas pequenas. Trabalha como pintor, mas por conta da pandemia, ficou sem serviço.

Ele sempre gostou de cozinhar, então, então decidiu fazer salgados e doces para vender, e não deixar faltar nada em casa, que é alugada.

Humilhação

Rafael nasceu sem a mão esquerda, ele só pode contar com a mão direita para garantir o sustento da família.

Esse foi o principal motivo para Rafael atrasar a entrega dos 54 salgados que o cliente tinha encomendado. Mas quem disse que o cliente levou isso em conta? Mandou Rafael voltar para casa com os salgados.

“O rapaz pediu 54 salgados. Eram umas 9h da manhã. Eu falei que até às 11h estava pronto. Quando foi 13h é que ficou pronto. Atrasou porque eu tava fazendo pão também. Eu liguei pra ele, falei ‘o salgado tá pronto, posso levar?’, expliquei a situação.”

Rafael doou salgados para moradores em situação de rua

No mesmo dia, Rafael pegou os salgados e levou para pessoas que moram em situação de rua, algo que ele costuma fazer sempre.

“Eu sempre gosto de fazer pães e salgados e entregar para as pessoas em situação de rua.”

Rafael vivia com sua esposa e as filhas em Monte Carmelo, cidade mineira do Alto Paranaíba.

Rafael e familia
Foto: Reprodução Razões para acreditar

“Fiquei em Minas por 12 anos, mas precisei voltar para Marília há dois meses. Vim sem nada. Vendi toda a minha mudança, viemos só com a roupa do corpo e o carro. A casa ainda está sem móveis, mas vamos nos ajeitando com o tempo.”

Problemas de saúde acompanham Rafael desde que ele nasceu

Rafael nasceu sem o braço esquerdo, resultado de uma malformação desse lado do corpo.

Ele trabalhava como pintor antes da pandemia, mas já tinha sido aconselhado pelo médico a procurar outro trabalho, depois que sofreu um infarto e foi parar na UTI.

“Fiquei internado um bom tempo. O médico disse que precisava parar de vez com a pintura, pois requer muito esforço.”

Novo começo, vaquinha explodiu:

Fonte: Razões para acreditar

Service Desk: Como esse serviço se tornou essencial durante a pandemia

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